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Como gerar confiança online? 5 Táticas para o seu negócio crescer no digital

Dez 17, 2019 | Insights

Ter impacto (e retorno) no mundo digital não é fácil. Naturalmente, como seres humanos, respondemos melhor a interações humanas do que a interações tecnológicas. Por isso, fizemos uma lista com algumas práticas que podem realmente fazer o seu negócio crescer no digital.

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Somos seres humanos. Todos temos um percurso, um início, uma motivação ou um problema para o qual procuramos solução. Neste sentido, como seres vulneráveis, precisamos de nos sentir seguros. Precisamos de estabelecer relações de confiança, com as pessoas e negócios com quem ou com os quais interagimos. A confiança é vital para que qualquer relação se mantenha saudável e prospere. É assim com as relações sociais (pessoais e profissionais). Sejam elas offline ou online.

É certo que, online, estamos atrás de um ecrã. Mas isso não significa que deixemos de existir como seres humanos. Pelo contrário: atrás do ecrã a confiança pode sobressair sob diversas formas. No lado oposto, mesmo atrás de um ecrã – como compradores – precisamos de ter confiança no que o ecrã do computador ou telemóvel nos mostra. E isso é, hoje em dia, crucial para uma empresa ou negócio prosperar na esfera digital.

Mas o que é necessário para obtermos essa tão-desejada confiança online?

Assim,  apresentamos 5 pontos essenciais que vão fazer com que o seu negócio seja percepcionado como confiável e, consequentemente, esteja em melhores condições para realizar uma venda.

1. Ter uma história real e empática

Como seres humanos, todos temos uma história. Assim como as nossas empresas e negócios. Efectivamente, todos os negócios, plataformas, empresas e entidades, começaram por alguma razão. Neste sentido, se olharmos com atenção, percebemos que existe sempre uma história por detrás de um negócio, que está sempre ligada a pessoas e aos seus problemas reais. A marca Hiut Denim, por exemplo, apareceu – entre outras – com o objectivo de re-introduzir a indústria têxtil numa comunidade que, em tempos, foi local de produção de conhecidas marcas de roupa. 

Por isso, saber contar a história de uma empresa ou de um produto é um óptimo primeiro passo para gerar confiança com os potenciais clientes. Principalmente na esfera digital, na qual estão expostos as dezenas de milhares de negócios e produtos concorrentes. 

Assim, a chave é saber como é que pode contar a sua história de uma forma diferenciadora. E, conhecendo a comunidade para quem está a comunicar, pode ajudar, em muito, a forma como o irá fazer. Pode ser através de um vídeo, de uma comunicação mais próxima nas redes sociais, de textos num blogue, etc.

E isto leva-nos ao segundo ponto, a referenciação.

 

2. A Referenciação, que é como quem diz, o boca a boca

Por várias vezes – que se foram repetindo mais do que aquilo que imaginávamos – , os nosso clientes dizem-nos que a sua principal fonte de novos clientes é a referenciação. Isto é, os seus clientes satisfeitos, trazem novos clientes. Por um lado, esta é uma receita infalível e perfeita para um negócio, mas, por outro, demora demasiado tempo. 

Enquanto um cliente experimenta, testa e aprova, e diz a outro amigo, podem passar-se semanas ou meses. O que, de facto, não é muito motivador para quem quer ver o negócio a prosperar o mais rapidamente possível. Para além disso, existe outro problema: a referenciação é uma rede que pode esgotar-se quando já não houver mais amigos a quem aconselhar.

No entanto, mesmo que o boca a boca funcione de forma faseada, um negócio terá sempre de ter um suporte digital para que um potencial cliente possa ter, para além da referência, um sítio onde possa ver pelos próprios olhos. Falamos da presença online, o que nos leva ao ponto seguinte: o marketing digital.

 

3. O Marketing Digital

A presença online tem um sobrenome: marketing digital. Actualmente – e felizmente – existe este conceito que significa, basicamente, fazer marketing usando a internet. Neste sentido, em apenas um dia, uma pequena loja (online) pode ter milhares de visitas, e atrair novos clientes – coisa que seria impossível de conseguir numa pequena loja física. E, se tudo correr bem, facilitar em muito a venda de produtos ou serviços. Contudo, existem ferramentas e diferentes formas de alcançar os objectivos de um negócio, através do marketing digital. No entanto, não podemos esquecer que existe sempre uma – ou mais – pessoas por detrás de uma campanha de marketing digital.

 

4. A (baixa) Taxa de Conversão

Até aqui tudo parece perfeito, mas não é assim tão linear. O “digital” tem um problema: a taxa de conversão. Isto é: podemos ter mil visitas num curto espaço de tempo, mas não realizar nenhuma venda. Este é um fenómeno que toda a gente sabe que existe e que toda a gente sabe que vai acontecer em maior ou menor medida. Mas, na verdade, todos os web-marketeers gostariam de reduzir para números mais aceitáveis.

Mas então por que razão a taxa de conversão é geralmente tão baixa? Como inverter isso?

 

5. A Confiança Online

Este é o pilar de qualquer relação, tal como já dissemos. É preciso partir do princípio de que enquanto seres vulneráveis e imperfeitos, somos desconfiados e não damos facilmente oportunidade a quem chega de novo. Temos consciência que nada disto é justo, mas de certeza que já nos salvou muitas vezes de sermos enganados. 

Naturalmente, existem dois lados da moeda: por um lado, sermos desconfiados pode salvar-nos a vida, mas, por outro, pode fazer-nos perder grandes oportunidades.

No online, a confiança pode transmitir-se através de um website bem construído, de um logotipo que gere empatia, ou, por exemplo, de uma imagem bem cuidada e simples.

Não queremos ser psicólogos, mas para gerar confiança, logo no primeiro impacto são necessárias duas coisas: Tempo e Empatia.

 

  •  Tempo

Diz-se que precisamos de ter 7 vezes contacto com uma marca, para que ela se torne familiar. O que é o mesmo que dizer: confiável.

Na vida real, na interação humana, todos nós precisamos de tempo para conhecer alguém. Por exemplo, hoje uma conversa, amanhã um cafezinho, depois um almoço, e mais outra conversa. O somatório de interações são um ingrediente essencial para se construir uma relação. E, por isso, o tempo é bom um aliado. 

Neste sentido, a nível digital isto pode significar construir uma relação saudável com os visitante, através de uma linguagem próxima ou da presença frequente nas redes sociais, por exemplo.

 

  • A Empatia humana

Não, não estamos baralhados. É possível criar empatia online, mesmo atrás de um ecrã. Mas vamos ao mais básico: a empatia humana é essencialmente sentirmo-nos ligados ou identificar-nos com alguma ideia, opinião, trabalho ou emoção que outra pessoa partilha. Assim, gera-se um sentimento de empatia quando alguém que não conhecemos ou alguém que acabamos de conhecer, nos transmite algo com o qual nos identificamos. E isso também gera confiança.

 

Mas como gerar confiança no digital?

As pessoas vão visitar o nosso site uma única vez e, por isso, não teremos tempo para estabelecer uma relação com elas. Especialmente porque essa visita será rápida e superficial. Conteúdos relevantes, uma linguagem próxima, técnicas de Marketing Digital ou Newsletters poderão minimizar este problema, mas não completamente. É, por isso, necessária a dimensão humana que proporciona a empatia. E isso é conseguido através de uma boa estratégia de conteúdos que visa o fortalecimento do lado emocional da marca, gerando assim, a longo prazo, empatia com a audiência online.

E como é que o nosso site ou os nossos conteúdos podem ser mais confiáveis?

O Vídeo

O “digital” trouxe-nos smartphones com câmaras fotográficas e máquinas de filmar sem cassete, e com isso um acesso mais democratizado à criação de vídeos e conteúdos multimédia. Este meio está, efectivamente, em crescimento e vai continuar, mas não apenas porque é mais fácil de consumir:

Os filmes imitam a realidade e o nosso cérebro acredita: ouvimos as vozes, vemos os olhos e sentimos as emoções de quem estiver no ecrã. É um facto.

Os filmes podem proporcionar os dois ingredientes que constroem uma relação de confiança e que já falámos acima: o tempo e a empatia.

  • Tempo: as imagens estáticas são vistas “a correr”, à velocidade do scroll. Os vídeos, por sua vez, são vistos durante mais tempo, geralmente, o que dá tempo para construir uma relação;
  • Empatia: nos vídeos é possível mostrar um lado humano, permitindo que ocorra, com maior probabilidade, uma afinidade por parte de quem visualiza. A voz, as palavras e a própria imagem da pessoa a aparecer no ecrã geram uma empatia imediata.

Resumindo: utilize mais vídeos no site da sua empresa, no Facebook, nas landing pages e nas apresentações institucionais. De preferência humanizados. Com isso poderá obter mais engagement, que é como quem diz interacção com o seu conteúdo. Se pretende aumentar as vendas, aumentar o ROI (retorno de investimento), melhorar a qualidade das leads, pense em utilizar o vídeo como ferramenta de humanização. Desta forma, pode criar de empatia e, por conseguinte, gerar confiança online.

 

Se conhecer alguma marca ou negócio que necessite de gerar confiança online a 67 pode dar uma ajuda:

  • Consultoria estratégica – para o ajudar a identificar os passos certos a dar de acordo com os seus objectivos e necessidades;
  • Branding – construção da marca e dos seus materiais de comunicação.
  • Promoção da marca em si, através do marketing e publicidade.

Escreva-nos para info@67.pt ou contacte-nos através do telefone.

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